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ÁRVORES PIONEIRAS SECUNDÁRIAS OU CLÍMAX

 
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    Como Implantar um Viveiro

O QUE SÃO - ONDE PLANTAR

Quem anda numa floresta nativa, perceberá uma mistura, aparentemente caótica, de árvores maiores e menores. Os especialistas dividem-nas em três grandes grupos, que constituem o esquema de sucessão da mata nativa.

Um bom projeto de reflorestamento com árvores nativas deve misturar árvores dos três grupos, na proporção correta.

ÁRVORES PIONEIRAS: nascem primeiro; em geral crescem rápido, mas não vivem tanto tempo, nem ficam muito grandes. Fazem sombra, dando mais condiçõ:es para outras espécies nascerem e se desenvolverem melhor. Um exemplo é a embaúba, espécie preferida do bicho-preguiça.

 

ÁRVORES SECUNDÁRIAS: crescem mais lentamente, porém ficam maiores. Normalmente são as adotadas na arborização urbana. Uma delas é o ipê-roxo.

 

ÁRVORES CLIMAX: em geral, crescem apenas na sombra e levam mais tempo para se desenvolver. A madeira é bem dura e o porte é maior. São as chamadas árvores de madeira de lei. Uma delas é o jequitibá rosa

ESPÉCIES CERTAS PARA CADA LOCAL

É preciso saber escolher as espécies certas para cada lugar. Confira:
 

  1. ARBORIZAÇÃO URBANA - busque saber dois dados fundamentais:

     

    Altura da árvore adulta: se houver fiação elétrica, evite árvores que ficam altas demais, pois atrapalharão a fiação.

    Profundidade da raiz: é outro dado importante - raizes muito fundas podem causar estragos nos encanamentos de rua. Verifique isto, ao escolher a espécie.

    E mais: quem não gosta de folhas caídas no chão, deve optar por espécies perenifolias (que não perdem suas folhas no inverno), ou semidecíduas (que perdem poucas folhas durante o ano).



     

  2. REFLORESTAMENTO VISANDO USO SUSTENTADO (aproveitamento econômico, sem destruir a floresta como um todo) - neste caso, deve haver um planejamento de que árvores serão plantadas, para a futura exploração, só de algumas árvores.

     

  3. REGENERAÇÃO DE ECOSSISTEMAS - aí devem se procurar espécies típicas do ecossistema a ser regenerado (por exemplo, há espécies brasileiras exclusivas da Amazônia, que neste caso não serviriam para o Estado de São Paulo);

     

  4. RECOMPOSIÇÃO DE MATAS CILIARES (matas que beiram e preservam os rios) - as espécies devem ser adaptadas a ambientes mais úmidos, como é o caso da sangra d'água;

     

  5. ÁRVORES PARA JARDINS e atividades de educação ambiental em escolas - devem se buscar espécies adequadas à área urbana - ornamentais ou frutíferas - de fácil desenvolvimento.

 

AS FASES DA PLANTA NO VIVEIRO

  1. SEMEADURA: É aqui que tudo começa. No caso das sementes miúdas, é usual semeá-las em berçários, isto é, grandes caixas cheias de areia misturada com composto orgânico. Para sementes maiores, o plantio é feito diretamente em saquinhos. Mas cada espécie pode exigir um cuidado específico, valendo à pena consultar alguém que tenha experiência na área.
    Em regiões mais frias, no inverno, a semeadura é realizada numa estufa, construída para este fim. É que o frio facilita um tipo de dormência da semente, reduzindo a germinação.
    Vale saber: as sementes do viveiro da AIPA provém de doações, ou da compra, em geral feita no setor de sementes do Instituto Florestal, ou no IPEF, de Piracicaba.

     

  2. GERMINAÇÃO: Algumas espécies germinam em poucos dias, mas outras demoram meses. Algumas necessitam de sombra para se desenvolver, outras de muito sol. Nunca todas sementes germinam: o fornecedor da semente deve realizar testes, e informar o poder de germinação. (num exemplo: se a germinação é de 60% numa determinada espécie, em média, de cada cem sementes, nascerão apenas 60 plantas).

     

  3. TRANSFERÊNCIA PARA SAQUINHOS: Como regra, quando as mudinhas plantadas no berçário atingem uns cinco centímetros de altura, são retiradas com cuidado para não quebrar a raiz, e transferidas para os saquinhos. Os saquinhos contém um substrato (mistura de terra estéril com adubo orgânico e areia). Aí, ficam no viveiro, recebendo cuidados diários (como regas duas vezes por dia).

     

  4. PLANTIO PARA LOCAL DEFINITIVO: quando as mudas chegam ao tamanho adequado para transporte e plantio para local definitivo, são liberadas do viveiro.

 

 

 

 

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