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Boto-cachimbo (Pontoporia blainvillei )

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Boto Cachimbo

 

 

                                                         

     Características
É uma das menores espécies de golfinhos existentes, apresenta uma coloração que varia de cinza-pálido a pardo-amarelado, com ventre mais claro. Possui rostro bastante longo, com um grande número de pequenos dentes (mais de 200). Os olhos são pequenos, a nadadeira dorsal é relativamente pequena, com sua extremidade arredondada e as peitorais possuem forma trapezoidal.

    Comportamento
Geralmente solitária, ou em pequenos grupos de 2 a 5 animais.

     Distribuição
Águas costeiras do Atlântico Sul Ocidental, entre Itaúnas, Espírito Santo (18°25’S – 30°42’W), até Golfo Nuevo, Província de Chubut, Argentina (42°35’S – 64°48’W).

 

Reprodução e Tempo de Vida
No sul do Brasil, os nascimentos desta espécie ocorrem no final da primavera, quando as águas começam a ficar mais quentes. Os filhotes nascem após um período de gestação de aproximadamente 11 meses. Somente um filhote nasce de cada vez e este permanece amamentando-se do leite materno por quase um ano. Os indivíduos começam a se reproduzir com 2 a 3 anos de idade, sendo que cada fêmea pode ter um filhote a cada um ou dois anos. A expectativa de vida é de 16 a 18 anos.
Cachimbo.jpg (10998 bytes)

Alimentação e Predadores
Alimenta-se principalmente de pequenos peixes e lulas, sendo os camarões, no entanto, o principal alimento dos filhotes. Os principais predadores da toninha são os tubarões e as orcas.

Ameaças
Como se distribui em águas costeiras e ambientes associados a estuários, o habitat da toninha é especialmente vulnerável às atividades antropogênicas degradantes, como a poluição e o tráfego de embarcações. Porém, é a captura acidental em redes de pesca o principal problema de conservação enfrentado pela espécie.


Categorias de Ameaça
No mundo: Dados insuficientes (DD).
No Brasil: Em perigo (EN)
No Rio Grande do Sul: Ameaçada - Vulnerável (VU)

Fonte: www.gemars.org.br

Boto Cachimbo
(Pontoporia blainville)
Os Botos são conhecidos por seu temperamento brincalhão, como os golfinhos e pertencem à subordem dos Odontocetos, alimentam-se de peixes, lulas e crustáceos, os quais conseguem engolir sem mastigar. Eles têm olhos bem pequenos e não enxergam muito bem. Para se comunicar e se guiar eles emitem uns gritinhos finos e prestam atenção ao eco dos sons na água. Os pêlos do bico também ajudam, que têm função de tato e de direção, ou seja, servem para o boto saber para onde está indo e sentir o que vem pela frente.

Há uma grande procura pelos olhos do boto cor-de-rosa, considerados amuletos de amor: as pessoas acreditam que quem tem um olho desses arranja namorado ou namorada fácil.

Um dos mais conhecidos é o boto-cor-de-rosa, única espécie da família dos Inídeos, vive exclusivamente nos rios da bacia amazônica e do Orinoco. Atinge um comprimento máximo de 2,5 m e seu peso pode ultrapassar os 160 quilos. Com a idade, a coloração geral clareia, tornando-se rosada. Os adultos, principalmente os machos, podem se tornar inteiramente cor-de-rosa, quase vermelhos.

O nome de boto-cinza é dado a um membro da família dos Delfinídeos, a mesma dos golfinhos, só é encontrado apenas na América do Sul e parte da América Central e apresenta-se em duas formas: fluvial e marinha. Uma espécie às vezes confundida com o boto-cinza é a franciscana, pequeno cetáceo da família dos Pontoporídeos (alguns autores a classificam como família dos Platanastídeos), também conhecida como boto-cachimbo.

Lenda - Diz a lenda que nas noites de festa, o boto transforma-se em um belo rapaz vestido de branco e usando um chapéu, dança muito bem e gosta de beber. Como um cavalheiro, ele conquista e encanta a jovem mais bonita e a leva para o rio. Tempos depois a moça aparece grávida. Dizem algumas versões do mito, que o boto, quando está transformado em homem, nunca tira o chapéu branco para que não lhe vejam o orifício que tem no alto da cabeça. A lenda do boto é mais uma crença que o povo costumava lembrar ou dizer como piada quando uma mulher fica grávida e se desconhece a paternidade. Daí se diz: "Foi o boto."

Fonte: portalamazonia.globo.com

 

Nome popular: Toninha
Nome científico: Pontoporia blainvillei (Gervais & d’Orbigny, 1844).
Ordem: Cetacea.
Subordem: Odontoceti.
Família: Pontoporiidae.

 

Comprimento total (adulto)
1,2 a 1,7m, sendo as fêmeas maiores que os machos.

Massa corporal (adulto)
40 a 50kg

 

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