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  COPA DE 1998  
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A Copa do Mundo FIFA de 1998 foi, pela segunda vez na história do torneio, realizada na França. A Seleção Francesa de Futebol, após duas tentativas frustradas de chegar à fase final das Copas de 1990 e 1994, disputaria o torneio sob desconfiança, mesmo jogando em casa, e sagrou-se pela primeira vez campeã mundial, ao vencer a Seleção Brasileira de Futebol por 3 a 0 na final.
 

Copa do Mundo FIFA de 1998
Coupe du Monde - France 98
Dados
Participantes 32 (172 nas eliminatórias)
Organização
Anfitrião França
Período 10 de Junho – 12 de Julho
Gol(o)s 171 (média de 2,7 por partida)
Jogos
Média gols por partida
Campeão França
Vice-campeão Brasil
Campeão do interior
Melhor marcador Davor Šuker (6)
Maior goleada (diferença)
Público 2.785.100 (média de 43.517 por partida)
Média pessoas por partida
Premiações
Melhor jogador

(FIFA) Ronaldo



O torneio

A fase inicial da competição teve sua fórmula modificada em relação à edição anterior. Enquanto 24 equipes divididas em 6 grupos competiram em 1994, 32 seleções divididas em 8 grupos disputaram o último certame do século XX. Apenas o campeão e o vice de cada grupo se classificavam para a segunda fase, em oposição a torneios predecessores onde alguns terceiros colocados também garantiam vaga na fase final. A fase final não se alterou: os 16 classificados se reúnem em oitavas-de-final e jogam o mata-mata.

No Grupo A, o Brasil, um dos favoritos ao título, estava acompanhado por Escócia, Marrocos e Noruega, equipes de nível mais limitado. O time mesclava a experiência de Dunga e Taffarel com alguns jovens talentos, como Roberto Carlos, Rivaldo e Ronaldo "Fenômeno", e acabou se classificando em primeiro lugar no grupo, mesmo após uma derrota contra a Noruega, que ficou em segundo lugar no grupo.

No equilibrado Grupo B, a Itália, vice-campeã da última edição, confirmou o favoritismo e classificou-se na última rodada após um empate com o Chile. A combinação de resultados garantiu aos sul-americanos a segunda colocação. Áustria (retornando oito anos após o Mundial de 1990) e Camarões não tiveram sucesso. No grupo C estava a França, dona da casa. O time de Zidane, Barthez e Deschamps avançou em primeiro no grupo, enquanto a Dinamarca, liderada pelos irmãos Michael e Brian Laudrup ficou com a outra vaga. A África do Sul, estreante em Copas, despediu-se de forma decepcionante, e a Arábia Saudita não conseguiu repetir o sucesso de 1994, não conquistando sequer uma vitória.

No Grupo D, a favorita Espanha, formada principalmente por jogadores do Real Madrid, amargou a desclassificação já na primeira fase. A Bulgária, na despedida de Hristo Stoichkov, também decepcionou os especialistas, ficando na última colocação. O destaque positivo ficou para Nigéria e Paraguai (retornando a uma Copa após 12 anos sem disputar o torneio), que classificaram-se de forma surpreendente para as oitavas-de-final. Já a Holanda e o México classificaram-se no disputado Grupo E, enquanto Coreia do Sul e Bélgica não conseguiram passar de fase.

O Grupo F representava um tom político na Copa. Irã e Estados Unidos, rivais no campo diplomático, fizeram uma disputa leal em campo, mas nenhuma das duas seleções garantiu a classificação. As vagas ficaram com Alemanha e Iugoslávia, que empataram e venceram os dois adversários. No Grupo G, holofotes para a Inglaterra e seus dois jovens jogadores, David Beckham e Michael Owen. Em campo, a classificação se deu no segundo lugar, atrás da Romênia de Gheorghe Hagi. A Colômbia e a Tunísia (voltando após vinte anos após sua última participação) foram eliminadas.

No Grupo H, a Argentina, dirigida por Daniel Passarella, venceu suas três partidas e garantiu a classificação para as oitavas-de-final. A Croácia, liderada por Davor Šuker, ficou com a segunda vaga, enquanto o Japão e a Jamaica, ambos estreantes em Copas, não classificaram-se.

Nas oitavas-de-final, a Argentina classificou-se nos pênaltis após um empate no tempo normal com a Inglaterra, em um jogo que ficou marcado pela expulsão de Beckham, irritado pelas provocações de Diego Simeone. O Brasil também passou de fase após uma goleada sobre o Chile, com dois gols de Ronaldo. Em uma partida empolgante, a Croácia bateu a Romênia pelo placar simples. E os donos da casa só bateram o Paraguai no segundo tempo da prorrogação, com um gol de ouro do zagueiro Laurent Blanc. A Dinamarca, com um futebol envolvente, eliminou a Nigéria com uma goleada. Nas outras partidas, Itália, Holanda e Alemanha avançaram após difíceis vitórias contra Noruega, Iugoslávia e México, respectivamente.

Na fase seguinte, o Brasil reafirmou seu favoritismo após uma virada contra a Dinamarca. E a Itália amargou sua terceira eliminação consecutiva em pênaltis em uma Copa do Mundo, desta vez para a França. A Argentina foi derrotada num duelo de favoritos pela Holanda, graças a um belo gol de Bergkamp no fim do segundo tempo. Já a Croácia humilhou a Alemanha na maior goleada das quartas-de-final, tornando-se a grande sensaç������������������������o da edição.

Em Marselha, Holanda e Brasil mediram forças. Após empate no tempo normal, Taffarel defende dois pênaltis e torna-se um dos principais responsáveis pela classificação brasileira à final. Já em Saint-Denis, os anfitriões eliminaram a grande zebra do campeonato. A Croácia abriu o placar com Šuker, mas a França conquistou a classificação no fim da partida, com dois gols de Lilian Thuram, que nunca havia marcado com a camisa dos Bleus. Na disputa do terceiro lugar, a Croácia entrou para a história do futebol ao vencer a desmotivada equipe holandesa.

A final causa polêmica até hoje. A Seleção Brasileira entrou em campo apática após a convulsão de Ronaldo, que mesmo assim foi escalado por Zagallo. A França bateu o Brasil por 3 a 0, com uma grande atuação de Zidane, que marcou dois gols na decisão. Os Bleus garantiram, então, seu primeiro título mundial, após tentativas frustradas das gerações de Fontaine, Kopa e Platini.

No Brasil, cinco emissoras de televisão aberta transmitiram o torneio: Rede Globo, SBT, Rede Bandeirantes, Rede Manchete e Rede Record - sendo que esta última teve que brigar na justiça para poder cobrir o evento. A Record não pôde ir aos estádios transmitir os jogos. Teve que fazer isso no International Broadcast Center, que ficou localizado em Paris.

Inconformado com a eliminação do Iraque nas Eliminatorias, o presidente da Federação Iraquiana de Futebol, Qusay Hussein, mandou os jogadores da equipe irem para o quartel do exército de seu pai, o ditador iraquiano Saddam Hussein. Ao entrarem, os jogadores foram surpreendidos com voz de prisão de soldados e em seguida foram torturados por eles. Na saída, Qusay disse: "Joguem melhor na próxima vez!". Qusay e seu irmão Uday (presidente do Comitê Olímpico Iraquiano) foram mortos em 2003 na Guerra do Iraque, enquanto que Saddam foi condenado a pena de morte e foi enforcado em Dezembro de 2006.

No jogo de abertura da Copa entre Brasil x Escócia, dois ilustres torcedores escocêses chamavam muita atenção com suas presenças no camarote do Stade de France: o ator Sean Connery e o cantor Rod Stewart.

A Noruega chamou o que é provavelmente a família mais completa da história dos mundiais: o meia Jostein Flo, remanescente da Copa do Mundo de 1994, foi à França com seu irmão Tore André Flo, atacante. Os irmãos Flo foram acompanhados por um primo, Håvard Flo, também atacante. Outros parentes presentes no mundial foram os irmãos gêmeos neerlandeses Frank e Ronald de Boer; os irmãos dinamarqueses Brian e Michael Laudrup; e os italianos Cesare e Paolo Maldini, respectivamente pai e filho.

No jogo entre Nigéria e Bulgária na primeira fase, o atacante nigeriano Nwankwo Kanu entrou no segundo tempo, e foi aplaudido pelo público e pelo time adversário. O motivo: dois anos antes, Kanu (herói dos nigerianos na semifinal entre seu país e o Brasil nas Olimpíadas de 1996) foi operado para corrigir um sopro no coração, ficando cerca de um ano sem jogar, e só voltou para disputar o Mundial após submeter-se a uma junta médica.


Dois jogadores da Dinamarca completaram 100 partidas por sua seleção durante a Copa: o goleiro Peter Schmeichel completou sua partida centenária na partida da primeira fase entre sua seleção e a Arábia Saudita, e o meia Michael Laudrup igualou a façanha no jogo seguinte contra a África do Sul.

Após derrotarem a Inglaterra na primeira fase do torneio, os jogadores da Romênia comemoraram a classificação para a segunda fase com todos os jogadores com os cabelos pintados de amarelo. Até o técnico Anghel Iordanescu "entrou na onda". A única exceção foi o goleiro Bogdan Stelea, que, por ser careca, não igualou o gesto de seus companheiros de time.

Romário, convocado para defender a seleção brasileira, foi cortado por conta de uma contusão. O Baixinho deu a palavra de que estaria recuperado ao fim da primeira fase, mas a comissão técnica preferiu manter o corte. O "baixinho" foi muito bem-recebido no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro pela torcida do Flamengo, seu clube na época. A torcida resolveu chamar Zico (coordenador técnico da seleção) de "traidor", fazendo com que a relação do "galinho" com a torcida (onde é considerado o maior ídolo) ficasse estremecida.

Esta final marcou história no Brasil. Muitos discutem a possibilidade do Brasil ter "vendido" a final desta Copa. Poucos sabem o que realmente aconteceu na madrugada anterior ao jogo desta final, ainda um mistério para os brasileiros.

Um norueguês e uma brasileira conseguiram a autorização da FIFA para se casarem no mesmo dia e no mesmo estádio do jogo entre Brasil x Noruega. O clima no Stade Vélodrome era de confraternização entres as torcidas das duas equipes devido ao casamento que ocorria no gramado.

Para testar os seus estádios, a França decidiu fazer um quadrangular amistoso um ano antes, o Torneio da França, que ainda teve a participação de Inglaterra, Brasil e Itália. O English Team conquistou o torneio, mesmo perdendo o último jogo para o Brasil (1x0, com gol de Romário) pois venceu França e Itália.

A finalidade deste torneio amistoso - testar os campos do anfitrião da Copa - passaria a ser a da Copa das Confederações, torneio já existente à época, a partir da edição de 2005. Em 2001, o torneio já havia sido realizado nas sedes da Copa do Mundo de 2002, Coreia do Sul e Japão.

Daniel Passarella, técnico da Argentina na Copa de 1998, deixou Fernando Redondo e Claudio Caniggia de fora do torneio. Motivo: ele não queria nenhum atleta com cabelos longos na delegação. O artilheiro Gabriel Batistuta foi convocado, mas teve que cortar seus cabelos.

Muitos se falava de um conflito em campo no jogo entre Estados Unidos X Irã, duas nações políticamente inimigas. O então presidente americano Bill Clinton chegou a falar que essa partida poderia reaproximar os laços diplomáticos entre os dois países. Ao entrarem no gramado do Stade de Gerland em Lyon, as duas equipes se uniram para tirar fotos antes da partida começar.
Para esse mundial, a FIFA implantou novas regras.

Entre as principais, a instituição da morte súbita (em que determina o fim da partida se uma equipe marcar um gol na prorrogação) a partir das Oitavas-de-final, o aumento do número de substituições (que passaram a ser três), incluindo a do goleiro e a utilização de uma placa, mostrada pelo juiz reserva, para indicar quantos minutos haverá de acréscimo ao fim de cada tempo. Apenas os dois melhores colocados de cada grupo avançavam.

Quatro nações faziam sua estréia em Copas do Mundo: África do Sul, Japão, Croácia e Jamaica. Japoneses, croatas e jamaicanos caíram no Grupo H, cujo cabeça de chave foi a bicampeã Argentina. A Croácia se classificou em segundo.

Três jogadores brasileiros participaram da Copa de 98 em três seleções diferentes: José Clayton (pela Tunísia), Luis Oliveira (representando a Bélgica) e Wagner Lopes (que atuou pelo Japão).

Na guerra dos fabricantes esportivos, a alemã Adidas ficou em primeiro lugar depois de uma disputa acirrada com a britânica Reebok. Esteve nos pés de 61 atletas, dez a mais que do que a segunda colocada. A italiana Lotto ficou em terceiro. A Copa também foi a primeira em que a americana Nike vestia algumas equipes.

Rigobert Song, zagueiro da Seleção Camaronesa, se tornou o primeiro jogador expulso em duas Copas seguidas: em 1994, foi expulso contra o Brasil, e em 1998, recebeu cartão vermelho na partida contra o Chile.

Além de Zagallo, outros treinadores brasileiros participaram do mundial com outras equipes: o tetracampeão Carlos Alberto Parreira (treinou a Arábia Saudita, mas acabou demitido), Paulo César Carpegiani (comandou o Paraguai) e René Simões (representando a Jamaica).

Devido a expulsão no jogo contra a Argentina, o inglês David Beckham foi responsabilizado pela torcida e imprensa pela eliminação inglesa no Mundial. No dia seguinte, os jornais ingleses não perdoaram: "Dez leões valentes e um moleque estúpido".
Quatro jogadores do Paraguai atuaram no futebol brasileiro na época: Catalino Rivarola (Grêmio), Francisco Arce (Palmeiras), Carlos Gamarra (Corinthians) e Julio César Enciso (Internacional).

A canção tema da Copa de 98 foi La Copa De La Vida, interpretada pelo cantor portorriquenho Ricky Martin.

A Inglaterra foi a campeã na competição entre países que mais cederam jogadores para a Copa. Dos 704 atletas do Mundial, 75 jogavam em campos ingleses. Espanha e Itália cederam 70 cada um e ficaram na segunda colocação.

A Seleção Colombiana de Futebol teve dois jogadores que atuavam no futebol brasileiro na época: Freddy Rincón (Corinthians) e Víctor Aristizábal (São Paulo). O atacante Faustino Asprilla (que depois jogaria no Brasil pelo Palmeiras e pelo Fluminense) não gostou de ter sido substituído no jogo contra a Romênia e foi excluído pelo técnico Hernán Darío Gómez.

Ao marcar um gol na vitória da Croácia por 3 a 1 sobre a Jamaica, Robert Prosinečki tornou-se o primeiro jogador a marcar gols por dois países oficialmente diferentes em Copas do Mundo - pois a FIFA desconsidera os alemães que marcaram gols tanto pela Alemanha Ocidental quanto pela Alemanha; aqueles que disputaram Copas por União Soviética e Rússia e pelas duas Iugoslávias não marcaram gols pelos dois países. Em 1990, jogando pela Iugoslávia, Prosinečki fez um dos gols da vitória por 4 a 1 sobre os Emirados Árabes.

Aconteceu um escândalo na venda de pacotes turísticos para a Copa: milhares de torcedores, de todas as partes do mundo, ficaram sem ingresso, mesmo tendo desembolsado dinheiro com antecedência.
No jogo entre Inglaterra x Argentina pelas Oitavas de Final, uma presença ilustre começou a ser focada pelas câmeras do mundo inteiro no Estádio Geoffroy Guichard, em Saint-Etienne. Era Mick Jagger, vocalista do Rolling Stones, torcendo para a Inglaterra.

O Stade De France, em Saint-Dennis, uma cidade da região metropolitana de Paris, virou elefante branco (abandonado), apesar do seu modernismo. O estádio de 80 mil lugares (para jogos de futebol), é pouco usado e um dos motivos alegados é o custo do aluguel, considerado caro demais pelos clubes de futebol de Paris.

O estádio ainda costuma ser usado pela seleção francesa para amistosos e jogos de eliminatórias, e o local foi palco da final da Liga dos Campeões da UEFA em 2000 e 2006. O Stade de France também é usado para eventos extra-futebol, como apresentações musicais.

O dinamarquês Ebbe Sand foi o autor do gol mais rápido de um reserva na história das Copas. Apenas 16 segundos após entrar em campo, marcou um gol na vitória por 4 a 1 sobre a Nigéria.

O marroquino Said Belqola (já falecido) se tornou o primeiro árbitro do continente africano a apitar uma final de Copa do Mundo.
Após receber a Copa do Mundo das mãos do então presidente francês Jacques Chirac, o capitão Didier Deschamps se tornou o primeiro jogador a erguer a taça em cima da mesa onde ela estava. Muita gente acredita que Cafu criou o ato em 2002, mas Deschamps é considerado o verdadeiro autor do gesto.

Vários jogadores de desataque no cenário futebolístico mundial se despediram de suas seleções em 1998: Taffarel e Bebeto (Brasil), Jim Leighton (Escócia), Michael Konsel e Toni Polster (Áustria), François Omam-Biyik (Camarões), Giuseppe Bergomi (Itália), Trifon Ivanov, Borislav Mikhailov e Hristo Stoichkov (Bulgária), Andoni Zubizarreta (Espanha), Rashid Yekini, Augustine Eguavoen e Peter Rufai (Nigéria), Vital Borkelmans, Franky Van Der Elst, Enzo Scifo (Bélgica), Marcelino Bernal e Luis García (México), Andreas Köpke, Olaf Thon, Thomas Häßler e Jürgen Klinsmann (Alemanha), Tab Ramos, Alexi Lalas, Eric Wynalda e Marcelo Balboa (EUA), Carlos Valderrama (Colômbia) e Abel Balbo (Argentina).

Outros jogadores de expressão no mundo futebolístico ficaram de fora: Márcio Santos, Flávio Conceição, Mauro Silva e Zé Maria (Brasil), Ally McCoist e Paul McStay (Escócia), Marc-Vivien Foé (Camarões), Fabrizio Ravanelli (este fora convocado, mas cortado na véspera devido a uma forte pneumonia), Gianfranco Zola, Pierluigi Casiraghi e Antonio Benarrivo (Itália), Éric Cantona, Lionel Letizi e Ibrahim Ba (França), Andre Arendse (África do Sul), Romerito (chegou a ser convocado para um amistoso do Paraguai, mas ficou de fora da lista final), Josep Guardiola (Espanha), Matthias Sammer (era nome certo para a Copa pela Alemanha, mas se aposentou por causa de lesão no joelho), Albert Nađ (Iugoslávia), Ian Wright, Paul Gascoigne e Phil Neville (Inglaterra), Fernando Redondo, Claudio Caniggia e Juan Román Riquelme (Argentina), Kazu (Japão) e Alen Bokšić (Croácia).

Árbitros
África
Said Belqola
Gamal Al-Ghandour
Lucien Bouchardeau
Lim Kee Chong
Ian McLeod
Ásia
Abdul Rahman Al-Zeid
Ali Bujsaim
Masayoshi Okada
Pirom Un-Prasert
Europa
Marc Batta
Günter Benkö
Pierluigi Collina
Hugh Dallas
Paul Durkin
José Garcia Aranda
Bernd Heynemann
Nikolai Levnikov
Urs Meier
Vítor Melo Pereira
Kim Milton Nielsen
Rune Pedersen
László Vagner
Mario van der Ende
Ryszard Wójcik
América do Norte, Centro e Caraíbas
Esfandiar Baharmast
Arturo Brizio Carter
Ramesh Ramdhan
Oceânia
Edward Lennie
Mikey Kokupaloon
América do Sul
Javier Castrilli
Epifanio González
Márcio Rezende de Freitas
Mario Sanchez Yanten
Alberto Tejada
John Toro Rendon

Primeira Fase

Grupo A
Time Pts J V E D GF GC SG
Brasil 6 3 2 0 1 6 3 3
Noruega 5 3 1 2 0 5 4 1
Marrocos 4 3 1 1 1 5 5 0
Escócia 1 3 0 1 2 2 6 -4
10 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil). Brasil 2–1 Escócia Stade de France, Saint-Denis
Público: 80,000
Árbitro: García Aranda (Espanha)
César Sampaio 4'
Boyd 73' (g.c.) Collins 38' (pen)

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10 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Noruega 2–2 Marrocos Stade de la Mosson, Montpellier
Público: 29,800
Árbitro: Un-Prasert (Tailândia)
Chippo 46' (g.c.)
Eggen 60' Hadji 38'
Hadda

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16 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) Escócia 1–1 Noruega Parc Lescure, Bordeaux
Público: 31,800
Árbitro: Vágner (Hungria)
Burley 66' H. Flo 46'

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16 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Brasil 3–0 Marrocos Stade de la Beaujoire, Nantes
Público: 35,500
Árbitro: Levnikov (Rússia)
Ronaldo 9'
Rivaldo 47+'
Bebeto 50'

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23 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do [[[Brasil]]) Brasil 1–2 Noruega Stade Vélodrome, Marselha
Público: 55,000
Árbitro: Baharmast (Estados Unidos)
Bebeto 78' T.A. Flo 83'
Rekdal 88' (pen)

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23 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Escócia 0–3 Marrocos Stade Geoffroy-Guichard, Saint-Étienne
Público: 30,600
Árbitro: Bujsaim (Emirados Árabes)
Bassir 22', 85'
Hadda 46'

Grupo B
Time Pts J V E D GF GC SG
Itália 7 3 2 1 0 7 3 4
Chile 3 3 0 3 0 4 4 0
Áustria 2 3 0 2 1 3 4 -1
Camarões 2 3 0 2 1 2 5 -3
11 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) Itália 2–2 Chile Parc Lescure, Bordeaux
Público: 31,800
Árbitro: Bouchardeau (Níger)
Vieri 10'
R. Baggio 85' (pen) Salas 45', 49'

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11 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Camarões 1–1 Áustria Stade de Toulouse, Toulouse
Público: 33,460
Árbitro: González (Paraguai)
Njanka 78' Polster 90'

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17 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) Chile 1–1 Áustria Stade Geoffroy-Guichard, Saint-Étienne
Público: 30,600
Árbitro: Al-Ghandour (Egito)
Salas 70' Vastić 90'

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17 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Itália 3–0 Camarões Stade de la Mosson, Montpellier
Público: 29,800
Árbitro: Lennie (Austrália)
di Biagio 7'
Vieri 75', 89'

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23 de junho de 1998
16:00(horário local)/11:00(horário do Brasil) Itália 2–1 Áustria Stade de France, Saint-Denis
Público: 80,000
Árbitro: Durkin (Inglaterra)
Vieri 49'
R. Baggio 89' Herzog 90' (pen)

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23 de junho de 1998
16:00(horário local)/11:00(horário do Brasil) Chile 1–1 Camarões Stade de la Beaujoire, Nantes
Público: 35,500
Árbitro: Vágner (Hungria)
Sierra 20' M'Boma 55'

Grupo C
Time Pts J V E D GF GC SG
França 9 3 3 0 0 9 1 8
Dinamarca 4 3 1 1 1 3 3 0
África do Sul 2 3 0 2 1 3 6 -3
Arábia Saudita 1 3 0 1 2 2 7 -5
12 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) Arábia Saudita 0–1 Dinamarca Stade Félix Bollaert, Lens
Público: 38,140
Árbitro: Castrilli (Argentina)
Rieper 68'

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12 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) França 3–0 África do Sul Stade Vélodrome, Marselha
Público: 55,077
Árbitro: Rezende de Freitas (Brasil)
Dugarry 34'
Issa 77' (g.c.)
Henry 90'

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18 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) África do Sul 1–1 Dinamarca Stade Municipal de Toulouse, Toulouse
Público: 33,300
Árbitro: Toro Rendón (Colômbia)
McCarthy 52' Nielsen 13'

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18 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) França 4–0 Arábia Saudita Stade de France, Saint-Denis
Público: 80,000
Árbitro: Brizio Carter (México)
Henry 36', 77'
Trézéguet 68'
Lizarazu 85'

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24 de junho de 1998
16:00(horário local)/11:00(horário do Brasil) França 2–1 Dinamarca Stade de Gerland, Lyon
Público: 39,100
Árbitro: Collina (Itália)
Djorkaeff 12' (pen)
Petit 56' M. Laudrup 42' (pen)

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24 de junho de 1998
16:00(horário local)/11:00(horário do Brasil) África do Sul 2–2 Arábia Saudita Parc Lescure, Bordeaux
Público: 31,800
Árbitro: Sánchez (Chile)
Bartlett 19', 94+' (pen) Al-Jaber 45' (pen)
Al-Thunayan 74' (pen)

Grupo D
Time Pts J V E D GF GC SG
Nigéria 6 3 2 0 1 5 5 0
Paraguai 5 3 1 2 0 3 1 2
Espanha 4 3 1 1 1 8 4 4
Bulgária 1 3 0 1 2 1 7 -6
12 de junho de 1998
14:30(horário local)/09:30(horário do Brasil) Paraguai 0–0 Bulgária Stade de la Mosson, Montpellier
Público: 27,650
Árbitro: Al-Zeid (Arábia Saudita)


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13 de junho de 1998
14:30(horário local)/09:30(horário do Brasil) Espanha 2–3 Nigéria Stade de la Beaujoire, Nantes
Público: 33,257
Árbitro: Baharmast (Estados Unidos)
Hierro 21'
Raúl 47' Adepoju 25'
Lawal 73'
Oliseh 78'

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19 de junho de 1998
17:30(horário local)/09:30(horário do Brasil) Nigéria 1–0 Bulgária Parc des Princes, Paris
Público: 45,500
Árbitro: Sánchez (Chile)
Ikpeba 26'

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19 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Espanha 0–0 Paraguai Stade Geoffroy-Guichard, Saint-Étienne
Público: 30,600
Árbitro: McLeod (África do Sul)


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24 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Nigéria 1–3 Paraguai Stade Municipal de Toulouse, Toulouse
Público: 33,500
Árbitro: Un-Prasert (Tailândia)
Oruma 11' Ayala 1'
Benítez 59'
Cardozo 86'

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24 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Espanha 6–1 Bulgária Stade Félix Bollaert, Lens
Público: 38,100
Árbitro: van der Ende (Holanda)
Hierro 6' (pen)
Luis Enrique 19'
Morientes 55', 81'
Kiko 88', 90' Kostadinov 58'

Grupo E
Time Pts J V E D GF GC SG
Países Baixos 5 3 1 2 0 7 2 5
México 5 3 1 2 0 7 5 2
Bélgica 3 3 0 3 0 3 3 0
Coreia do Sul 1 3 0 1 2 2 9 -7
13 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) Coreia do Sul 1–3 México Stade de Gerland, Lyon
Público: 39,133
Árbitro: Benkö (Áustria)
Ha Seok-Ju 28'

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13 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Países Baixos 0–0 Bélgica Stade de France, Saint-Denis
Público: 75,000
Árbitro: Collina (Itália)


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20 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) Bélgica 2–2 México Parc Lescure, Bordeaux
Público: 31,800
Árbitro: Dallas (Escócia)
Wilmots 43', 47' García Aspe 55' (pen)
Blanco 62'

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20 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Países Baixos 5–0 Coreia do Sul Stade Vélodrome, Marselha
Público: 55,000
Árbitro: Wójcik (Polônia)


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25 de junho de 1998
16:00(horário local)/11:00(horário do Brasil) Países Baixos 2–2 México Stade Geoffroy-Guichard, Saint-Étienne
Público: 30,600
Árbitro: Al-Zeid (Arábia Saudita)
Cocu 4'
R. de Boer 18' Peláez 75'
Hernández 90+5'

--------------------------------------------------------------------------------
25 de junho de 1998
16:00(horário local)/11:00(horário do Brasil) Bélgica 1–1 Coreia do Sul Parc des Princes, Paris
Público: 45,500
Árbitro: Rezende de Freitas (Brasil)
Nilis 7' Yoo Sang-Chul 71'

Grupo F
Time Pts J V E D GF GC SG
Alemanha 7 3 2 1 0 6 2 4
Iugoslávia 7 3 2 1 0 4 2 2
Irã 3 3 1 0 2 2 4 -2
Estados Unidos 0 3 0 0 3 1 5 -4
14 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) Iugoslávia 1–0 Irã Stade Geoffroy-Guichard, Saint-Étienne
Público: 30,392
Árbitro: Tejada (Peru)
Mihajlović 72'

--------------------------------------------------------------------------------
15 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Alemanha 2–0 Estados Unidos Parc des Princes, Paris
Público: 43,815
Árbitro: Belqola (Marrocos)
Möller 8'
Klinsmann 64'

--------------------------------------------------------------------------------
21 de junho de 1998
14:30(horário local)/09:30(horário do Brasil) Alemanha 2–2 Iugoslávia Stade Félix Bollaert, Lens
Público: 38,100
Árbitro: Milton Nielsen (Dinamarca)
Mihajlović 73' (g.c.)
Bierhoff 80' Mijatović 2'
Stojković 54'

--------------------------------------------------------------------------------
21 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Estados Unidos 1–2 Irã Stade de Gerland, Lyon
Público: 39,100
Árbitro: Meier (Suíça)
McBride 87' Estili 40'
Mahdavikia 84'

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25 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Estados Unidos 0–1 Iugoslávia Stade de la Beaujoire, Nantes
Público: 35,500
Árbitro: Al-Ghandour (Egito)
Komljenović 4'

--------------------------------------------------------------------------------
25 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Alemanha 2–0 Irã Stade de la Mosson, Montpellier
Público: 29,800
Árbitro: González (Paraguai)
Bierhoff 50'
Klinsmann 57'

Grupo G
Time Pts J V E D GF GC SG
Romênia 7 3 2 1 0 4 2 2
Inglaterra 6 3 2 0 1 5 2 3
Colômbia 3 3 1 0 2 1 3 -2
Tunísia 1 3 0 1 2 1 4 -3
15 de junho de 1998
16:15(horário local)/11:15(horário do Brasil) Inglaterra 2–0 Tunísia Stade Vélodrome, Marselha
Público: 54,587
Árbitro: Okada (Japão)
Shearer 43'
Scholes 89'

--------------------------------------------------------------------------------
15 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) Romênia 1–0 Colômbia Stade de Gerland, Lyon
Público: 37,572
Árbitro: Chong (Ilhas Maurício)
Ilie 45'

--------------------------------------------------------------------------------
22 de junho de 1998
17:30(horário local)/12:30(horário do Brasil) Colômbia 1–0 Tunísia Stade de la Mosson, Montpellier
Público: 29,800
Árbitro: Heynemann (Alemanha)
Preciado 83'

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22 de junho de 1998<br /16:00(horário local)/11:00(horário do Brasil) Romênia 2–1 Inglaterra Stade Municipal de Toulouse, Toulouse
Público: 33,500
Árbitro: Batta (França)
Moldovan 47'
Petrescu 90' Owen 79'

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26 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Colômbia 0–2 Inglaterra Stade Félix Bollaert, Lens
Público: 38,100
Árbitro: Brizio Carter (México)
Anderton 20'
Beckham 29'

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26 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Romênia 1–1 Tunísia Stade de France, Saint-Denis
Público: 77,000
Árbitro: Lennie (Austrália)
Moldovan 72' Souayah 10' (pen)

Grupo H
Time Pts J V E D GF GC SG
Argentina 9 3 3 0 0 7 0 7
Croácia 6 3 2 0 1 4 2 2
Jamaica 3 3 1 0 2 3 9 -6
Japão 0 3 0 0 3 1 4 -3
14 de junho de 1998
14:30(horário local)/09:30(horário do Brasil) Argentina 1–0 Japão Stade Municipal de Toulouse, Toulouse
Público: 33,400
Árbitro: van der Ende (Holanda)
Batistuta 28'

--------------------------------------------------------------------------------
14 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Jamaica 1–3 Croácia Stade Félix Bollaert, Lens
Público: 38,058
Árbitro: Melo Pereira (Portugal)
Earle 45' Stanić 27'
Prosinečki 53'
Šuker 69'

--------------------------------------------------------------------------------
20 de junho de 1998
14:30(horário local)/09:30(horário do Brasil) Japão 0–1 Croácia Stade de la Beaujoire, Nantes
Público: 35,500
Árbitro: Ramdhan (Trinidad e Tobago)
Šuker 77'

--------------------------------------------------------------------------------
21 de junho de 1998
17:30(horário local)/09:30(horário do Brasil) Argentina 5–0 Jamaica Parc des Princes, Paris
Público: 45,000
Árbitro: Pedersen (Noruega)
Ortega 31', 55'
Batistuta 72', 80', 82' (pen)

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26 de junho de 1998
16:00(horário local)/11:00(horário do Brasil) Argentina 1–0 Croácia Parc Lescure, Bordeaux
Público: 31,800
Árbitro: Belqola (Marrocos)
Patrick Victor da Silva 36'

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26 de junho de 1998
16:00(horário local)/11:00(horário do Brasil) Japão 1–2 Jamaica Stade de Gerland, Lyon
Público: 39,100
Árbitro: Benkö (Áustria)
Nakayama 74' Whitmore 39', 54'

Mata-mata

Oitavas-de-final quartas-de-final semifinais final


27 junho - Paris

A 1º Brasil 4(3)
3 julho- Nantes
B 2º Chile 1(0)
Brasil 3(2)
28 junho - Saint-Denis
Dinamarca 2(1)
D 1º Nigéria 1(0)
7 julho - Marselha
C 2º Dinamarca 4(2)
Brasil 1+4**(0)
29 junho - Toulouse
Países Baixos 1+2**(0)
E 1º Países Baixos 2*(1)
4 julho - Marselha
F 2º Iugoslávia 1*(0)
Países Baixos 2(1)
30 junho – St. Etiénne
Argentina 1(1)
H 1º Argentina 2+4**(2)
12 julho – Saint-Denis
G 2º Inglaterra 2+3**(2)
Brasil 0(0)
27 junho - Marselha
França 3(2)
B 1º Itália 1(1)
3 julho – Sant-Denis
A 2º Noruega 0(0)
Itália 0+3**(0)
28 junho - Lens
França 0+4**(0)
C 1º França 0+1*(0)
8 julho – Saint-Denis
D 2º Paraguai 0+0*(0)
França 2(0)
29 junho - Montpellier
Croácia 1(0) disputa de 3º lugar
F 1º Alemanha 2(0)
4 julho - Lyon 11 julho - Paris
E 2º México 1(0)
Alemanha 0(0) Países Baixos 1(1)
30 junho - Bordeaux
Croácia 3(1) Croácia 2(2)
G 1º Romênia 0(0)

H 2º Croácia 1(1)


*Após prolongamento.

**Após disputa de pênaltis.

Entre parênteses: resultado no fim do primeiro tempo.

Oitavas-de-Final

27 de junho de 1998
16:30(horário local)/11:30(horário do Brasil) Itália 1–0 Noruega Stade Vélodrome, Marseille
Público:55,000
Árbitro: Heynemann (Alemanha)
Vieri 18'

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27 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Brasil 4–1 Chile Parc des Princes, Paris
Público: 45,500
Árbitro: Batta (França)
César Sampaio 11', 27'
Ronaldo 46+' (pen), 70' Salas 68'

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28 de junho de 1998
16:30(horário local)/11:30(horário do Brasil) França 1–0 (Prorrogação) Paraguai Stade Félix Bollaert, Lens
Público: 38,100
Árbitro: Bujsaim (Emirados Árabes)
Blanc 113' (gol de ouro)

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28 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Nigéria 1–4 Dinamarca Stade de France, Saint-Denis
Público: 77,000
Árbitro: Meier (Suíça)
Babangida 78' Møller 3'
B. Laudrup 12'
Sand 60'
Helveg 76'

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29 de junho de 1998
16:30(horário local)/11:30(horário do Brasil) Alemanha 2–1 México Stade de la Mosson, Montpellier
Público: 29,800
Árbitro: Melo Pereira (Portugal)
Klinsmann 75'
Bierhoff 86' Hernandez 47'

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29 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Países Baixos 2–1 Iugoslávia Stade de Toulouse, Toulouse
Árbitro: 33,500
Público: García Aranda (Espanha)
Bergkamp 38'
Davids 92+' Komljenović 48'

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30 de junho de 1998
16:30(horário local)/11:30(horário do Brasil) Romênia 0–1 Croácia Parc Lescure, Bordeaux
Público: 31,800
Árbitro: Castrilli (Argentina)
Šuker 47+' (pen)

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30 de junho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Argentina 2–2 (Prorrogação)
(4–3 Disputa por pênaltis) Inglaterra Stade Geoffroy-Guichard, Saint-Étienne
Attendance: 64
Árbitro: Milton Nielsen (Dinamarca)
Batistuta 6' (pen)
Zanetti 46+' Shearer 10' (pen)
Owen 16'
Penalidades
Berti: marcou
Crespo: Seaman defendeu
Verón: marcou
Gallardo: marcou
Ayala: marcou 4 - 3 Shearer: marcou
Ince: Roa defendeu
Merson: marcou
Owen: marcou
Batty: Roa defendeu

Quartas-de-Final

3 de julho de 1998
16:30(horário local)/11:30(horário do Brasil) França 0–0 (Prorrogação)
(4–3 Disputa por pênaltis) Itália Stade de France, Saint-Denis
Público: 77,000
Árbitro: Dallas (Escócia)

Penalidades
Zidane: marcou
Lizarazu: Pagliuca defendeu
Trézéguet: marcou
Henry: marcou
Blanc: marcou 4—3 R. Baggio: marcou
Albertini: Barthez defendeu
Costacurta: marcou
Vieri: marcou
di Biagio: chutou no travessão

--------------------------------------------------------------------------------
3 de julho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Brasil 3–2 Dinamarca Stade de la Beaujoire, Nantes
Público: 35,500
Árbitro: Al-Ghandour (Egito)
Bebeto 11'
Rivaldo 27', 60' Jørgensen 2'
B. Laudrup 50'

--------------------------------------------------------------------------------
4 de julho de 1998
16:30(horário local)/11:30(horário do Brasil) Países Baixos 2–1 Argentina Stade Vélodrome, Marselha
Público:: 55,000
Árbitro: Brizio Carter (México)
Kluivert 12'
Bergkamp 89' López 17'

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4 de julho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Alemanha 0–3 Croácia Stade de Gerland, Lyon
Attendance: 39,100
Referee: Pedersen (Noruega)
Jarni 48+'
Vlaović 80'
Šuker 85'

Semifinais

7 de julho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Brasil 1–1 (Prorrogação)
(4–2 Disputa por pênaltis) Países Baixos Stade Vélodrome, Marselha
Público: 54,000
Árbitro: Bujsaim (Emirados Árabes)
Ronaldo 46' Kluivert 87'
Penalidades
Ronaldo: marcou
Rivaldo: marcou
Emerson: marcou
Dunga: marcou 4–2 F. de Boer: marcou
Bergkamp: marcou
Cocu: Taffarel defendeu
R. de Boer: Taffarel defendeu

--------------------------------------------------------------------------------
8 de julho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) França 2–1 Croácia Stade de France, Saint-Denis
Público: 76,000
Árbitro: García Aranda (Espanha)
Thuram 47', 69' Šuker 46'

Disputa de 3º Lugar
11 de julho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil) Países Baixos 1–2 Croácia Parc des Princes, Paris
Público: 45,500
Árbitro: González (Paraguai)
Zenden 21' Prosinečki 13'
Šuker 35'

Final

12 de julho de 1998
21:00(horário local)/16:00(horário do Brasil)
Histórico Brasil 0–3 França Stade de France, Saint-Denis
Público: 80,000
Árbitro:Belqola (Marrocos)
Zidane 27', 45+1'
Petit 90+3'




Brasil x França


Premiações
Campeão da Copa do Mundo FIFA de 1998

França
Primeiro Título



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