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  VIRGINDADE  
   


É considerada Virgem a pessoa que ainda não teve experiências sexuais. A palavra também pode ser entendida a jovens de forma geral. O conceito virgindade é construído pela sociedade, baseado em critérios tanto biológicos quanto sócio-culturais, e desta forma pode variar grandemente entre as culturas, sendo muito valorizado em alguns meios sociais ou religiosos, especialmente no que diz respeito à preservação da virgindade antes do casamento.


A definição mais ampla de virgindade define que seria a pessoa desprovida de qualquer tipo de relação carnal, sendo mais socialmente aplica a mulheres. A determinação da virgindade da mulher está fortemente correlacionada a integridade do hímen, sendo, algumas vezes, aceito a pratica de outras formas de sexo que não o rompa, tais como o sexo anal ou oral, e desta forma mantendo o status de virgem.




A idéia de virgindade também remete à não utilização, como em sistemas de computador, CDs, DVDs e outras mídias graváveis. O azeite pode ser chamado virgem ou extra-virgem, caso tratar-se da primeira prensagem e não houver óleo refinado.


Etimologia
A palavra virgem tem origem no latim, na forma substantiva virgo, genitivo virgin-is, que significa "mulher jovem" ou "menina". A palavra latina provavelmente surgiu por analogia com um naipe de lexema baseado em vireo,, significando "ser verde, fresca ou florescente", principalmente com referência botânico - em particular, virga significando "tira de madeira".

Hímen e a Virgindade


O hímen é uma membrana situada na vulva que bloqueia parcialmente a entrada da vagina. Aparece em certos mamíferos para proteger as fêmeas durante a sua infância dos riscos de infecções, daí durante esta fase da vida das meninas ser uma membrana relativamente espessa e resistente, no entanto com o aproximar da puberdade essa membrana torna-se muito fina e pouco resistente. Esta membrana é muitas vezes rompida durante a primeira penetração do pênis na vagina (defloração).

 

No entanto, usar a integridade do hímen como indicação de virgindade é relativa e enganadora. O hímen pode ser destruído por atividades ou acidentes físicos diversos, como na pratica do equitação, ginástica, ou ainda com algum movimento mais bruto, e um hímen preservado não exclui penetração vaginal (coito), pois no caso de os hímens serem elásticos o suficiente (hímen complacente), podem permitir o coito sem que rompam, ajustando-se ao diâmetro do pênis, podendo este tipo de hímens só se vir a romper num coito mais “apressado” em que a lubrificação e/ou dilatação não é a ideal ou mesmo só num parto. Para além disso são bem conhecidos e documentados os casos de mulheres que pura e simplesmente nascem sem hímen.
 

 
Uma grande variedade de culturas tradicionais e as principais religiões monoteístas (cristianismo, islão, judaismo) prescrevem a virgindade até o casamento.

A virgindade é um conceito importante na tradição cristã, especialmente no que diz respeito à Virgem Maria que ocupa um lugar central no dogma cristão católico e ortodoxo. Votos de castidade e celibato são necessários para entrar na vida monástica ou no sacerdócio.

Liberalização Sexual


A liberalização dos comportamentos sexuais permitida entre outros pela contracepção hormonal e a emancipação social das mulheres alterou profundamente a visão da virgindade nas sociedades contemporâneas. Ao mesmo tempo que a contracepção permitiu separar a sexualidade do ato de procriação, a virgindade perdeu o seu papel de garantia de legítima filiação no casal.

Estas mudanças dessacralizaram o papel social da virgindade, que adotou em certos casos um valor negativo e angustiante, como pretenso indicador de incapacidade social ou amorosa.

No entanto a expansão de movimentos religiosos mais conservadores e a consciência dos riscos ligados às doenças sexualmente transmissíveis como a AIDS (Brasil) ou SIDA (Portugal) têm levado a uma renascença da virgindade como um ideal positivo e desejável para alguns.

Estudos Acadêmicos


Embora haja uma grande variedade de termos empregada no âmbito do acadêmico especializado, um termo é comum para "perda da virgindade" é iniciação sexual. Uma teoria hipotetiza que existe um desenvolvimento adequado para esta fase, por conseguinte, uma idade apropriada (ver idade do consentimento).

Antropologia cultural


Antropologia é o estudo do ser humano, o seu desenvolvimento e diversidade. Uma grande área dentro da antropologia é a antropologia cultural. O trabalho de campo na antropologia cultural implica recolher as informações a respeito de uma cultura para produzir uma etnografia, o que pode, então; ser comparado e contrastado com outras culturas. Muitas etnografias fornecem informações a respeito do ponto de vista cultural sobre o comportamento sexual, incluindo as regras e fundamentos, recompensas e punições.

 

As sociedades apresentam muitas vezes divergências claras nos seus alimentos, vestuários, linguagens e tecnologia. No entanto, existem padrões universais na linguagem, e podem ser feitas grandes classificações nos níveis tecnológicos, como pedra, a agricultura, a cerâmica, bronze e ferro.

 

Da mesma forma, os antropólogos estipulam que certos valores,como a família,e tabus como o incesto são comuns a todas as sociedades. Mais recentemente descobriram que o amor romântico e ciúme também são universais características do relacionamento humano. Os valores sociais relacionados com a virgindade são refletidos claramente tanto ciúme como nas ideais de amor romântico. De maior ou menor forma, eles parecem estar profundamente arraigadas na natureza humana.

Biologia Evolutiva


Um aspecto estudado pela biologia é a forma como as espécies evoluem ao longo do tempo para se adaptarem ao ambientes que vivem. No comportamento Animal (Etologia) em especial o comportamento social de muitos mamíferos se acredita que a evolução ocorreu pautada em princípios semelhantes. Um estudo recente fornece um exemplo de como teoria evolutiva pode contribuir para uma importante questão relativa às consequências do comportamento sexual humano.

Nos sistemas de acasalamento em que os determinado casal, separar e juntar-se repetidas vezes (ou seja, monogamia seriada), alguns machos monopolizam mais de uma fêmea durante sua vida reprodutiva e, assim, deixam outros machos efetivamente sem poder acasalar-se. Machos que não podem garantir fêmeas através de métodos tradicionais podem procurar alternativas, tais como o estupro, para garantir a passagem de seus genes em gerações futuras.

 

Análise dos registros do governo dos E.U.A. mostram que o divórcio e segundo casamento amostrados nos Estados Unidos são susceptíveis ao inverso do aumentar dos sucesso reprodutivo dos machos, e a taxas de divórcio e estupro apresentão uma correlação positiva.

 

O resultado sugere que a monogamia seriada aumenta variação dos machos, em relação ao sexo feminino, o sucesso reprodutivo e este último resultado sugere que essa variação influencia a freqüência de estupro na sociedade americana. Devido a violação da fêmeas às vezes promover a gravidez e manter essas gravidez seu período, os resultados indicam, que atualmente, o estupro tem significado adaptativo.


Virgindade sagrada
Castidade
Celibato




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