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Companhia aérea United Airlines depois de retirada de passageiro à força por overbooking sofre prejuízo milionário

Óscar Múñoz, CEO da United Airlines, foi bastante enfático ao defender a atuação dos funcionários da empresa, diante da enxurrada de críticas e apelos ao boicote, depois de a companhia aérea ter arrastado pelo corredor de uma aeronave um passageiro que se recusava a deixar o avião por causa de um overbooking (excesso de reservas em relação aos lugares disponíveis). Múñoz afirma que todos os procedimentos estabelecidos de forma regulamentar foram seguidos e que o passageiro agiu de forma “abrupta e beligerante”. O Departamento de Transporte dos Estados Unidos está avaliando o incidente. As ações da companhia caíram 4% na abertura de Wall Street.



Circulam pelas redes sociais inúmeros vídeos e fotografias que registraram de diversos ângulos a violenta disputa ocorrida no avião. Vê-se o passageiro com a cabeça sangrando, depois de ter batido em um apoio de braço. Inicialmente Muñoz pediu desculpas pelo ocorrido, procurando acalmar a situação. Em nota interna enviada a seus funcionários, no entanto, o executivo afirma que o passageiro “saiu correndo rumo à cauda do avião desafiando tanto a tripulação quanto os agentes de segurança”. Além disso, Muñoz não demonstra nenhum interesse pelo estado do passageiro, limitando-se a dizer que estão procurando entrar em contato com ele.


Trata-se do segundo incidente protagonizado pela United em duas semanas. No final do mês passado, a empresa já teve de enfrentar outra grande agitação nas redes sociais por ter se negado a permitir o embarque de várias passageiras que vestiam leggings. A ironia da situação é que Muñoz acaba de ser classificado pela PR Week como o “comunicador do ano”.



O executivo afirma que, seja como for, haverá lições a tirar do episódio do voo UA 3411. O overbooking é uma prática comum entre as companhias aéreas. A United explica que, no caso, precisava liberar quatro poltronas para funcionários de sua parceira Republic Airlines que viajavam para Louisville a fim de trabalhar em um outro voo. De toda forma, o duplo incidente é mais um sintoma das dificuldades que a United vem tendo para digerir a fusão com a Continental, realizada há exatos sete anos.


As companhias tendem a vender mais bilhetes para seus voos do que os assentos disponíveis, de modo a ter a garantia de que os aparelhos operarão na capacidade máxima.

O overbooking diz não fazer distinções, mas faz.

Indenizações

Nesse tipo de situação, a tripulação deve perguntar primeiro se há voluntários para deixar o aparelho em troca de uma indenização em dinheiro ou em milhas. Mas, na maioria dos casos, esse incentivo não é suficiente para cobrir os custos de uma mudança de voo. Se ninguém aceita a proposta, a própria companhia faz, então, a escolha, sem dar maiores explicações joga os passageiros a força fora do avião.

De acordo com os dados mais recentes do Departamento de Transporte, no último trimestre do ano passado, foram registrados 8.955 casos de “negativa involuntária de embarque”. No total, 106.723 pessoas optaram por desembarcar voluntariamente, caso contrário a policia arrasta a força os passageiros, especialistas afirmam ao viajar nesta companhia, as chances de ser humilhado, agredido e perder o voo, podem chegar a mais de 90%.

Em um (1) único dia a United Airlines teve prejuízo em suas ações de $ 250 milhões de dólares, e, ela mesma pode ter finalmente desencadeado o começo de seu fim, esta pratica cruel e truculenta vem sendo adotado desde a abertura da companhia, interessada em apenas lucro e não na satisfação e segurança dos passageiros que são tratados como (lixo), que pode ser descartados a qualquer hora , com ajuda (incondicional) da policia americana, considerada a escória da humanidade, com seu histórico de violência sem precedente, viajar nesta (Cia) se tornou uma preocupação para a sociedade internacional.

(Agencias Internacionais)



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